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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Tratado Antártico


Em 1946, os Estados Unidos realizaram a primeira grande expedição ao continente antártico. Entre 1948 e 1952, Suécia, Noruega e Inglaterra iniciaram uma pesquisa conjunta. O interesse cresceu com as descobertas de recursos naturais.

No Ano Geofísico Internacional, ocorreu de 1º de julho de 1957 a 31 de dezembro de 1958. Nesse período, paralelamente às demais pesquisas em andamento, em um total de 12 países, realizaram um importante programa de estudos científicos sobre a Antártica.

Com tantos interesses políticos e econômicos envolvidos na apropriação e exploração desse continente, surgiu a necessidade de elaborar normais de caráter internacional para organizar o controle do espaço antártico. Por isso que em 1º de dezembro de 1959 foi assinado o Tratado Antártico.

Esse mesmo acordo estabeleceu o prazo de 30 anos de internacionalização da Antártica, ou seja, o continente não é propriedade exclusiva de ninguém. Até 2041, a exploração econômica dos recursos do continente gelado estará protegida, pois por se tratar de um continente com características específicas nos espaços físicos biológicos, a Antártica constitui um espaço de extrema fragilidade ambiental; cada pequena alteração no seu ecossistema alcançará proporções elevadíssimas, motivo mais do que suficiente para que ela continue protegida da exploração humana.

Gabriela Leite 2ºano EM

Colégio Adventista Campo Grandense

Antártica


A Antártica ou Antártida está localizada na região polar austral, e tem quase a totalidade de sua massa continental dentro do círculo Polar Antártico. É o mais isolado continente do globo. Seu contorno irregular apresenta duas reentrâncias preenchidas pelo Mar de Weddell e pelo Mar de Ross.

Sua superfície é coberta por uma camada eterna de gelo que, em algumas áreas, atinge 2,0 km e pode chegar a 4,8 km de espessura, elevando a altitude média do continente.

O clima polar, agravado por ventos fortes e constantes conhecidos como blizards, é o mais seco e frio do planeta, principal barreira para a flora e fauna continental. As temperaturas médias no litoral variam de 0°C NO verão a -15 °C no inverno e no interior do continente de

-32°C, no verão, e -65°C no inverno. A temperatura mais baixa, -89,2°C foi registrada pela estação da URSS em 21 de julho de 1893.

Apenas 2% do continente está livre de gelo ou neve, e mesmo assim poucas espécies de plantas dividem o espaço disponível com a fauna local. Devido a ausência de solo e á rigidez do clima, a flora se compõe de musgos, algas, fungos, liquens e duas espécies de gramíneas (Deschampsia Antarctica e Colobanthus quitencia).

As águas polares abrigam cerca de 150 espécies de peixes. Entre estes existe a possibilidade de exploração econômica de 12 espécies. Na base da cadeia alimentar da fauna marinha está o krill, pequeno crustáceo que mede entre 1 a 6 cm, intensamente pesquisado por cientistas brasileiros.

Os golfinhos, botos, baleias, focas e lobos-marinhos, integram as espécies de mamíferos que povoam as águas da Antártica. Entre as aves, a mais típica é o pingüim, que pode atingir o número de 1,5 milhão de indivíduos numa única colônia. A skua, os petréis, a pomba-antártida e os trinta-réis completam a reduzida variedade de fauna na Antártica.

A área total de 14.000.000 km² pode chegar durante o inverno a 32.000.000 km², resultante do congelamento dos mares, formando camadas de espessura variável, as branquisas.

Daniele Rotela 2°ano EM

Colégio Adventista Campo Grandense

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Tratado Antártico


Em 1946, os Estados Unidos realizaram a primeira grande expedição ao continente antártico. Entre 1948 e 1952, Suécia, Noruega e Inglaterra iniciaram uma pesquisa conjunta. O interesse pela região cresceu com as descobertas de recursos minerais.

Um marco importante que impulsionou as pesquisas internacionais foi o Ano Geofísico Internacional, mobilizando milhares de cientistas em mais de 60 países a pesquisarem os aspectos físicos e biológicos do planeta, compartilhando os dados e conclusões obtidos.

O Ano Geofísico Internacional, ocorreu de 1° de julho de 1957 a 31 de dezembro de 1958. Nesse período, paralelamente ás demais pesquisas em andamento, Argentina, Austrália, África do Sul, Bélgica, Chile, Estados Unidos, França, Japão, Nova Zelândia, Noruega, Reino Unido e União Soviética, num total de 12 países, realizaram um importante programa de estudos científicos sobre a Antártica.

Com tantos interesses políticos e econômicos envolvidos na apropriação e exploração desse continente, surgiu a necessidade de elaborar as normas de caráter internacional para organizar o controle do espaço antártico. Assim em 1° de dezembro de 1959, foi assinado em Washington o Tratado Antártico, que passou a vigorar somente em 1961.

A partir do acordo, ficou definido que toda a área situada ao sul do paralelo de 60° deve ser utilizada para fins pacíficos (as atividades militares são proibidas) e total liberdade á pesquisa científica e, as nações assumem, também, o compromisso de cooperação mútua.

Esse mesmo acordo estabeleceu o prazo de 30 anos de internacionalização da Antártida, ou seja, o continente não é propriedade exclusiva de um grupo de nações. O prazo se esgotou em 1991, entretanto, o acordo foi prorrogado para mais 50 anos. Até 2041, a exploração econômica dos recursos do continente gelado estará protegida.

Países como a Argentina e o Chile defendem a apropriação do território, fundamentados na proximidade geográfica. Um grupo de países europeus formado pela Austrália, França, Grã-Bretanha, Nova Zelândia e Noruega realizaram a divisão do continente numa conferência internacional em 1934, entretanto essa divisão não foi reconhecida por países como os EUA e URSS.

Apesar de algumas divergências, o Tratado Antártico tem 42 associados. Destes, 26 são membros consultivos, como é o caso do Brasil, e 16 integram as Partes Não Consultivas.

O governo brasileiro aderiu ao acordo em maio de 1975, mas somente em 1984 a primeira expedição a bordo do Barão de Teffé instalou a estação Comandante Ferraz na Ilha Rei Jorge, no Arquipélago Shetland do Sul. Vários estudos, com a participação de universidades, são realizados sobre a fauna marinha, com destaque para as pesquisas referentes ao krill.

Por se tratar de um continente com características especiais nos aspectos físicos e biológicos, a Antártica constitui um espaço de extrema fragilidade ambiental; cada pequena alteração no seu ecossistema alcançará proporções elevadíssimas, motivo mais do que suficiente para que permaneça protegido da exploração humana.

Luana de Almeida 2º ano EM

Colégio Adventista Campo Grandense

Antártica


A Antártica está localizada na região polar austral, e tem quase a totalidade de sua massa continental dentro do Círculo Polar Antártico. É o mais isolado continente do globo. Seu contorno irregular apresenta duas reentrâncias preenchidas pelo Mar de Weddell e pelo Mar de Ross.

Sua superfície é coberta por uma camada eterna de gelo que, em algumas áreas, atinge 2,0 km e pode chegar a 4,8 km de espessura, elevando a altitude média do continente.

O clima polar, agravado por ventos fortes e constantes conhecidos como blizards, é o mais seco e frio do planeta, principal barreira para a flora e fauna continental. As temperaturas médias no litoral variam de 0 °C no verão a -15 °C no inverno e no interior do continente de -32 °C, no verão, e -65 °C no inverno. A temperatura mais baixa, -89,2 °C foi registrada pela estação da URSS em 21 de julho de 1983.

Apenas 2% do continente estão livres do gelo ou neve, e mesmo assim as poucas espécies de plantas dividem o espaço disponível com a fauna local. Devido á ausência de solo e á rigidez do clima, a flora se compõe de musgos, algas, fungos, liquens e duas espécies de gramíneas (Deschampsia Antarctica e Colobanthus quitencis).

As águas polares abrigam cerca de 150 espécies de peixes. Entre estes existe a possibilidade de exploração econômica de 12 espécies. Na base da cadeia alimentar da fauna marinha está o krill, pequeno crustáceo que mede entre 1 a 6 cm, intensamente pesquisado por cientistas brasileiros.

Os golfinhos, botos, baleias, focas e lobos-marinhos, integram as espécies de mamíferos que povoam as águas da Antártica. Entre as aves, a mais típica é o pingüim, que pó de atingir o número de 1,5 milhões de indivíduos numa única colônia. A skua, o petréis, a pomba-antártica e os trinta-réis completam a reduzida variedade da fauna na Antártica.

A área total de 14.000.000 km² pode chegar durante o inverno a 32.000.000 km², resultante do congelamento dos mares, formando camadas de espessura variável, as banquisas.

A confluência dos oceanos Pacífico, Atlântico e Índico, forma o Mar Antártico, que cerca o continente.

Com exceção dos cientistas e técnicos que ocupam as estações de pesquisa, mão há habitantes permanentes no continente gelado, e no interior do continente, já que próximo ao pólo Sul, a fauna e a flora não têm condições de desenvolvimento.

No aspecto econômico, a Antártica tem reservas de petróleo, carvão e ferro, representando uma opção de exploração desses recursos que desperta o interesse de vários países em se apropriar do espaço antártico.

Deborah Machado 2º ano EM

Colégio Adventista Campo Grandense