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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

o modelo Socialista cubano

Localizado no Mar do Caribe, integrando o conjunto de países denominados de Grandes Antilhas, a ilha de Cuba atraiu durante décadas a atenção do mundo como um modelo de sucesso do socialismo. No entanto, o declínio do sistema na ex-URSS fragilizou toda a política e economia do pais.

Cuba interessava aos Estados Unidos, devido à proximidade geográfica. Conquistou sua independência da Espanha com o apoio estadunidense e, após a vitória sobre os espanhóis, Cuba passou a ser dominada pelos estadunidenses e, após a vitória sobre os espanhóis, Cuba passou a ser dominada pelos estadunidenses.

Para manter o controle da ilha, os Estados Unidos se associavam a governos corruptos e totalitários ate o ano de 1959, quando a revolução cubana liderada por Fidel Castro, assumiu o poder.

A revolução aconteceu paralelamente a disputa pela hegemonia entre a União Soviética e os Estados Unidos, conhecida como Guerra Fria.

Embora o socialismo não fosse motivo da revolução cubana, Fidel Castro, uma vez no poder, enfrentou a crise econômica no inicio da década de 1960 com o apoio da União Soviética. O acordo baseava-se na venda do açúcar cubano pelo preço acima do mercado e na compra de petróleo soviético e produtos industrializados por preço reduzido. Dessa forma, o socialismo foi adaptado ao governo de Fidel Castro, proporcionando a URSS um ponto estratégico para combater o capitalismo americano.

No governo de Fidel, a reforma agrária foi muito importante para a organização do país, que tinha aproximadamente dois terços da terra nas mãos dos americanos. Educação, saúde e habitação receberam altos investimentos, e como resultado, foram comparados aos índices sociais de países ricos. Todavia, por se tratar de um regime totalitário, a liberdade de expressão é suprimida.

Após o declínio do socialismo soviético, a economia cubana enfraqueceu. O quadro se agravou, somando-se o isolamento imposto ao pais pelos Estados Unidos e membros da OEA (exceto México), desde 1962. Sem poder comercializar com outros países, os recursos escassearam, penalizando toda a população, que foi perdendo as melhorias na qualidade de vida conquistadas nas ultimas décadas nas ultimas décadas.

Apesar das restrições comerciais, Cuba se mantém socialista tendo como principal atividade o turismo e o cultivo de alimentos em pequenas propriedades voltadas para o consumo interno. O modelo socialista cubano se diferia dos demais, ao ponto de ser conhecido como socialismo castrista.

Os pontos mais importantes referem-se a forma como a revolução ocorreu, liderada por guerrilhas,e a principio o apoio da maioria da população. Fidel Castro desenvolveu um a ditadura diferente dos padrões do restante da America Latina, atraindo a simpatia e até admiração popular em vários países.

Os principais problemas também discutidos por organizações de direitos humanos estão relacionados com as execução exílio da parte da população com pensamentos opostos ao socialismo castrista.

Após quarenta e nove anos decidindo os destinos de Cuba, e afastado do comando desde julho

De 2006, com a saúde debilitada, Fidel renunciou a presidência do país, em 18 de fevereiro de 2008. O novo presidente, Raul Castro, irmão do ex- presidente, foi eleito dias depois, 24 de fevereiro, mas já desempenhava a função de presidente interinamente. O novo governo tem anunciado medidas para estimular o aumento da produção agrícola, na tentativa de diminuir as importações de alimentos, já que a ilha não produz o suficiente para abastecer toda sua população. Outras pequenas medidas envolveram desde a liberação das vendas a varejo de DVDs, computadores e outros eletroeletrônicos. Segundo o novo presidente, estas providencias não encaminham Cuba para o capitalismo, apena ao modernizações no seu modelo socialista.

Daniele Rotela 2º ano EM

Colégio Adventista Campo Grandense

Climas e Biomas da América Central


A America Central, tanto em sua parte continental quanto na insular, está inteiramente dentro da zona Intertropical. As variações de temperatura ficam por conta da altitude. As menores médias térmicas ocorrem nas regiões mais elevadas.
Na America Central continental, o relevo interfere nos climas locais da mesma forma que no México. Assim, podemos definir quatro zonas climatica. As terras situadas em altitudes inferiores a 600 metros podem ser chamadas de terras quentes. Têm elevadas das medias térmicas, que variam entre 22°c e 26°c e chuvas abundantes. Semelhantes ao que ocorre na America do Norte, as precipitações são mais intensas na vertente Atlântica que na do Pacifico. Na faixa de 600 a 1000 metros de altitude, ocorre uma zona de transição do clima tropical para o subtropical. Isso se deve principalmente ao fator da altitude. Na zona delimitada entre 1000 a 1800 metros, as terras temperadas apresentam temperaturas medias anuais na faixa de 18°c a 23°c. acima dos 1800 metros, as terras geladas, a temperatura pode chegar aos 10°c como media anual.
Considerando que as paisagens vegetais dependem dos fatores temperatura e umidade, podemos já definir a vegetação original dessa região, formada por florestas tropicais com grande exuberancia. Atualmente, parte dessa vegetação original sofreu alterações provocadas durante todo o tempo de sua ocupação, primeiramente pelas civilizações que conquistaram essa área, como os maias e astecas e, posteriormente, pelos colonizadores espanhois.
As zonas biogeograficas são delimitadas de acordo com as zonas climáticas. As terras quentes situadas até cerca de 600 metros de altitude têm maior diversidade botânica do istmo. É nessa área que estavam situadas as florestas tropicais, com presença de grande numero de especies vegetais. O clima do America Central insular é predominatemente tropical umido, podendo haver diferenças significativas tanto para os climas, quantos para os biomas entre as ilhas ou dentro de uma mesma ilha, devido ao fator de altitude.

André Luid e Rivka Isly 2°ano EM
Colégio Adventista Campo Grandense

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Turismo na América Central


Como característica principal do continente, destaco o clima quente e a mata exuberante (sendo mais preservada na Costa Rica e em Belize) nas estradas. Estas são, em geral, bem ruins, com exceção das do México. Nas estradas da Costa Rica e Belize, não há acostamento e, nas pontes, só é possível passar um carro de cada vez.

A música é uma constante. Em todos os veículos de transporte utilizados, vans ou ônibus, sempre há um CD tocando salsa, merengue ou outro ritmo caribenho. Os ônibus são velhos e antigos, só modernizando-se no México.

A comida, em geral, é servida em grande quantidade, bem apimentada e acompanhada de tortillas (pães) de milho, cujo gosto não nos agradou muito. Uma jarra de água (só não posso garantir se era água mineral) para acompanhar a refeição é servida gratuitamente em quase todos os restaurantes, caso não se peça nada para beber.

As pessoas costumam ser mais fechadas, não muito hospitaleiras. A melhor receptividade foi na Guatemala e a pior, na Nicarágua. Talvez falte um maior preparo para o turismo. De qualquer forma, a viagem foi válida e recomendo aos aventureiros que gostem de desbravar novos horizontes. O conhecimento nos permite comparar culturas e estilos de vida e refletir melhor sobre os problemas do nosso país.

A maioria das capitais da América Central tem alto índice de pobreza. O trânsito é caótico, as buzinas são uma constante. E o mais triste: são muito sujas, há lixo por toda parte.

Quanto ao fuso horário, a maior diferença ocorre na Nicarágua, Guatemala e em Belize: 3 horas a menos que Brasília (DF). Nos demais países: menos 1 ou menos 2 horas.

A melhor época para visitar o continente é de abril a julho. No segundo semestre há risco de furacões, porém as condições são apropriadas até novembro.

Mais um detalhe importante: tente falar o espanhol da melhor maneira possível, pois se você esbarrar em uma vogal ou uma consoante será o suficiente para dificultar a comunicação. E prepare-se para perguntar mais de duas vezes o que deseja saber. Eles costumam não prestar muita atenção na pergunta.

Alexander Santos 2ºano EM
Colégio Adventista Campo Grandense

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

América Central

A América do Norte está localizada no extremo norte das Américas e é composta por apenas três países: Estados Unidos, Canadá e México, além de territórios de domínios europeus, como a Groelândia (pertencente ao Reino da Dinamarca, com representação no parlamento) e Bermudas (dependência britânica). Os dois primeiros países são os únicos do continente americano que estão inseridos no grupo dos países mais importantes político e economicamente, especialmente os Estados Unidos, que possuem a condição de maior potência mundial; já o México configura-se como um país em desenvolvimento, ou seja, emergente.

Um fato determinante na atual condição dos países citados é o fator histórico. Assim como todas as nações das Américas, os Estados Unidos e o Canadá também foram colonizados por europeus, entretanto, o modo como foram desenvolvidos foi diferente, pois enquanto o centro e o sul das Américas foram colônias de exploração, as nações em questão viveram um processo de povoamento. A América do Norte é também conhecida por América Anglo-Saxônica (de língua inglesa) ou América desenvolvida

Aspectos naturais da América do Norte:

A América do Norte é banhada ao norte pelo Oceano glacial Ártico; a oeste, pelo Oceano Pacífico; e a leste, pelo Oceano Atlântico.

Relevo

Quanto ao relevo, a América do Norte apresenta basicamente três tipos, como ocorre em grande parte de todo continente americano.

• Porção ocidental: abriga uma série de cadeias de montanhas, muitas dessas são vulcões que se encontram em atividade e, por isso, há uma grande ocorrência de terremotos. Dentre as muitas montanhas presentes, as principais são: Cadeias da Costa, Serra Nevada e as montanhas Rochosas.

• Porção oriental: corresponde a regiões onde se encontram planaltos e montanhas de idade geológica antiga e que sofreram diversos e longos processos erosivos. Os principais planaltos são: Labrador (Canadá) e Monte Apalache (Estados Unidos).

• Porção central: essa região abriga extensas áreas compostas por planícies, abrangendo também rios e lagos. As mais conhecidas são: as planícies de Lacustre (Canadá), do Mississipi (Estados Unidos) e a planície dos Grandes Lagos.

Hidrografia

A hidrografia da América do Norte é bastante diversificada. No território canadense, os lagos predominam, existem pelo menos 150 mil lagos, grande parte de origem glacial.

A maior concentração de lagos da América do Norte está localizada entre as fronteiras dos Estados Unidos e do Canadá. Os maiores e mais importantes lagos são: Superior, Michigan, Huron, Erie e Ontário, o primeiro possui 84 mil km2.

Quanto aos rios, no Canadá o que se destaca é o Rio São Lourenço, isso porque serve como hidrovia entre os Grandes Lagos e o Oceano Atlântico. Nos Estados Unidos, o mais importante quanto à capacidade de navegação é o Rio Mississipi, outros importantes são Colorado e Columbia, ambos utilizados na irrigação e na geração de energia elétrica.

Felipe Derik 2ºano EM
Colégio Adventista Campo Grandense